Vivência do Sagrado; Ação Griô, Oficina de tradição Oral


      

        Para início de conversa tivemos a Chegança e Abertura dos Trabalhos, retomada dos vínculos cooperativos e afetivos, alunos, educador, griôs e mestres. Inserção do Tema Gerador Senhora Dona Condessa e seus desdobramentos, referenciando o conhecimento de tradição oral e suas possibilidades.

        O tema gerador Senhora Dona Condessa é feita em forma de roda, o ritmo é a rancheira, meninos ficam separados das meninas, cantam em seguida dizem versos para escolha de um par. Seu Sadi contou que aprendeu a mesma no seu tempo de escola.

 

Urubu Acompanhado: Com seu Miguel, mestre Mimi, seu Mimi, vivenciamos mais uma vez a dança do urubu e o firmamento das relações, contou mais uma história ouvida na sua infância intitulada Ana Vagana a caminho de Urana está nos pensou como Narrativa de Apoio.

E para fechar para primeiro mês vivenciamos a biblioteca de Oralidade, a frente da atividade a “educadora Griô*” Kellen que aplicou a mesma com intenção de descontruir e dialogar os diferentes conhecimentos, o causo trabalhado pode ser encontrado AQUI.


 

“Griô é uma palavra abrasileirada pelo ponto de cultura Grãos de Luz e Griô, de Lençóis, Bahia. Vem de griot, da língua francesa, que traduz a palavra Dieli (Jéli ou Djeli), que significa o sangue que circula na língua bamanan do povo Mandê (Malinkê ou Mandinga), habitante do território do antigo império Mali, noroeste da África. Na tradição oral do noroeste o griô é um (a) caminhante, cantador(a), poeta, contador(a) de histórias, genealogista, artista, comunicador(a) tradicional, mediador(a) político(a) da comunidade. Ele(a) é o sangue que circula os saberes e histórias, mitos, lutas e glórias de seu povo, dando vida à rede de transmissão oral de sua região e país”.( http://www.nacaogrio.org.br )

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