quarta-feira, 19 de junho de 2013

Últimas

Agentes Culturais Tuxaua se reúnem no NEAB/NEU

Agentes de cultura do Projeto Que Terreiro é Esse? da Matakiterani Associação Cultural e reúnem com os integrantes do Núcleo de Estudos Afro Brasileiro – Negro e Educação Uniplac NEAB/NEU na noite de quinta-feira 06/05.

O objetivo do encontro é o estreitamento de laços e ações que possam convergir nos objetivos em comum para as duas instituições.

 


Faça seu comentário

Quase 100 carros em homenagem à São Jorge

bombeiroOntem (27) saiu do Ginásio Jones Minosso às 16h15min a primeira Carreata à São Jorge, uma iniciativa de Márcio de Xangô, Edson de Oxum e de Dom Wagner do Santuário Santo Expedito.

Mais de 100 pessoas prestigiaram, acompanhando a imagem do Santo escoltada pelo Corpo de Bombeiros, e Polícia Militar.

A organização contou com o apoio da Torcida organizada do Coringão /Lages, do SOI – Superior Órgão Internacional de Umbanda e Cultos Afro, todos da nossa região.

Representando o Superintendente da Fundação Cultural de Lages, Maurício Neves de Jesus, esteve Gilson Máximo de Oliveira que acompanhou a concentração, trajeto e chegada no Cruz e Souza, em companhia do Vereador e professor Domingos Rodrigues, que participaram do culto à São Jorge (Ogum) realizado no Clube.


Faça seu comentário

São Jorge homenageado com carreata em Lages

carreata
No último sábado (27) Lages presenciou a primeira carreata em homenagem a São Jorge Guerreiro (comemorado dia 23). A concentração se deu às as 15h00 e saída às 16h00 do Ginásio Jones Minoso percorrendo a Av Castelo Branco, Av 1 de Maio até a rótula dos bois, seguindo pela Avenida Dom Pedro II até o triângulo, descendo pela Belizário Ramos até a esquina da Rua Castro Alves, terminando no Clube Cruz de Souza.

A 1ª Carreata em homenagem a São Jorge Guerreiro – Ogum começou a ser planejada em 2012, entre os Babalorixás Edson de Osum e Márcio do Xangô, que convidaram Don José Neto, Bispo do Santuário de Santo Expedito, para participar.

Para o babalorixá Edson de Osun “Não somente trabalhadores da religião estarão, mas também adeptos que nos procuram para atendimento, comentou.

Lages e outras cidades do Estado marcarão presença no ensejo. Munícipes e religiosos de diversos locais do nosso Estado confirmaram presença. Dentre elas, Florianópolis, Blumenau, Bom Retiro etc…

O Presidente da Torcida Organizada do Coringão, professor Martines que estará com sua equipe avolumando a homenagem, disse “Colocamos cartazes no Ginásio Champion, e no dia exibiremos faixas lembrando o dia de São Jorge, bandeiras e todos do grupo com o uniforme do Corinthians participarão da carreata, falou.

O encerramento será às 17h30min no Centro Cívico Cruz de Souza. Na sequência às 18h00 os organizadores darão início a Gira para confirmar as honrarias ao Santo, São Jorge Guerreiro (Ogum). No dia de São Jorge (realização da carreata), o guerreiro é você! Mostre sua devoção ao padroeiro corinthiano. A previsão é de mais de 100 automóveis.

São Jorge Guerreiro

São Jorge (23 de abril) foi, de segundo sua história, um padre e soldado romano no exército do imperador Diocleciano. Na hagiografia, é um dos santos mais venerados no catolicismo também em diversos cultos das religiões afro-brasileiras, onde é sincretizado na forma de Ogum.

Padroeiro dos escoteiros, da Cavalaria do Exército Brasileiro e Santo de devoção, protetor dos Corinthianos.


Faça seu comentário

Que Terreiro é Esse! na Televisão


Faça seu comentário

CASA DE EDSON T’OSUN (Oxum)

551345_129506480558467_2000805544_nNo ano de 1988 através da manifestação de uma entidade em sala de aula, sem saber o que tinha acontecido e mesmo não acreditando que algo assim seria possível, aderiu a idéia de conhecer mais sobre o assunto, logo em seguida passou a frequentar por pouco tempo centro espírita. Logo após iniciou na Umbanda na casa da Senhora Terezinha de Iansã, conhecendo outras ramificações e até chegar a nação dos Orixás (Jeje e Ijexá) onde foi “feito” (obrigação na nação), por Camilo de Ogum, adquirindo grau de evolução na linhagem em que passou a trabalhar. Permaneceu ligado ao Pai Camilo até o ano de 2010, onde ganhou governo, já na nação Cabinda, até que no ano de 2012 fez seus Orixá de rua, onde o Ilê Asé Afro-Águas T’Osun, passou ter identidade fortalecida e independente, com auxílio de Zéco de Oxalá e Leco de Oya, sendo hoje segundo ele, quem conhece a fundo as casas de manifestações afro, uma das casas de maior movimento, ou de maior movimento em adeptos e assistência da Região Serrana Catarinense, com isso são 25 anos dedicados a Umbanda, Quimbanda e nação Cabinda. O Ilê de Pai Edson está localizado à rua Lydia Monteiro da Silva, no bairro da várzea, umas das regiões famosas quanto as manifestações de diversos seguimentos, por terem morado na redondeza, Pai Paulo de Xangô, Mãe Rosa (Madame Rosa), falecido Miguel, Batista cultuavam seguimentos espiritualistas. Todos que já passaram pela várzea ou pela cidade de Lages deixaram ramificações, seguidores, filhos que continuam a primar pelo viés religioso e suas crenças. O que significa Cabinda? A nação Cabinda, originária de Angola, adotou o panteão dos Orixás Iorubas, embora estas divindades Bantus teriam como nome correto Inkince. Leia mais: http://anderson-de-bara-agelu.webnode.com.br/news/origem-e-fundamentos-da-caninda/


Faça seu comentário

Entrevista com Mãe Lela de Ogum

64491_129487493893699_872568538_nQue terreiro é esse esteve conversando na última semana com a mãe Lela de Ogum que tem sua casa aberta para atendimento no bairro da várzea na Avenida Antônio Ribeiro dos Santos. Lela trabalha com a Umbanda e Quimbanda desde os 10 anos. A partir dos 14 anos já estava atendendo pessoas que necessitavam de auxilio, quando completou seus dezoito anos após o falecimento do pai biológico, “firmou o passo” como diz ela e se dedicou exclusivamente as manifestações afro brasileiras/Indígenas e africanas (nação). Aos 22 anos ampliou sua caminhada religiosa fez sua iniciação na Nação africana Oyó e desde 2007 é “pronta” (linguagem dos povos de terreiro) que cultuam os Orixás, exemplificando, Iemanjá na nação africana, ou seja, Nossa Senhora dos Navegantes para os católicos. A casa Religiosa denominada Templo Religioso Oyó Africano Reino de Ogum (São Jorge) tem em sua bandeira, em torno de 20 filhos, alguns no Santo (nação) outros na Umbanda e Quimbanda. São 3 seguimentos diferenciados, isto significa que quem adere a um segmento não necessariamente tenha que participar de todos. Ressaltando que a maioria dos espaços de devoção conhecidos pelo projeto, ainda opta pelos três citados, cultuados na casa da mãe Lela, lembrando que existe outros direcionamento como o Xamanismo que foi uma das casas visitadas e divulgadas do Pai Edson Perotoni do bairro Santa Rita. Visite: https://www.facebook.com/QueTerreiroEEsse?ref=hl


Faça seu comentário

Anilta de Ogum filha de Paulo do Xangô

734462_119645211544594_984422230_nNossa oitava visita, aconteceu dia 22 de janeiro, no período noturno e registrou a história de Anilta Galvão da Silva que por muito anos permaneceu filha do Pai Paulo do Xangô, iniciado aos 14 anos, falecido aos 52 anos. Ambos começaram na Mãe Teresa, onde Anilta conheceu Pai Paulo e se tornou sua seguidora. Morou com ele no bairro Beatriz e residiam no bairro Popular há mais de 35 anos. Paulo iniciou na nação Oyó, onde se tornou Babalorixá. Com a mãe Dilva de Porto Alegre/RS posteriormente tornando-se filho do Pai Paulo do Bará do mesmo Estado de Dilva. O Babalorixá Paulo do Xangô, além de atender quem lhe procurava ainda realizava em determinadas épocas, como no Natal, entrega de presentes, doces, brinquedos às crianças do Popular e adjacências. Na foto: O espaço de devoção usado e criado pelo Pai Paulo e hoje usado pela Anilta para atendimento.


Faça seu comentário

Pergunta: Que terreiro é esse? Resposta: Do Pai Fabrício Pereira

29588_119649821544133_744836642_nO projeto está abrangendo todas as manifestações de cultos Afros e Matriz indígena da Serra. Nesta quinta-feira fomos até o Pai Fabrício de Xangô, do Ilê Africano Xangô Agodô e saber mais sobre sua missão na nação Cabinda. Fabrício contou que a sua comunidade sabe de seu culto e que a saúde , o amor a limpeza espiritual são tendências fortes das pessoas que atende, quanto aos pedidos feitos. De família de muitos adeptos, aos 18 anos teve inicio de infarto e incorporações involuntárias (chegada de espíritos). Passou pelo Centro Espírita Ramatís, não se encontrando espiritualmente, até que em 2006 tornou-se filho do Pai Vando de Iansã da nação Oyó, entrando também na quimbanda. Em 2009 se tornou filho do Pai Didi de Xangô de Viamão /RS, tornando-se Babalorixá da nação Cabinda em 14 de outubro em 2010. Pai Fabrício afirmou ter iniciado caminhada na nação, para solucionar problemas com a saúde, principal área afetada, afirmado por muitos daqueles que entrevistamos. Na foto: Casa que ele faz parte


Faça seu comentário

Povos de terreiro: Ereni Hubner, dona Rena do bairro Habitação

553021_119639284878520_1283478862_nCentro de umbanda Ogum Megê, é a denominação da tenda-casa de dona Rena, natural de Anita Garibaldi, mas que hoje reside em Lages no bairro habitação. Não acreditava e repudiava essas manifestações, mas o destino, a mediunidade e o compromisso com a religião e para salvar seu filho fez com que ela aceitasse e iniciou a caminhada evolutiva de seu espirito. Em 1976 aproximadamente 36 anos teve o primeiro filho e morreu, na sequência teve outro e sempre buscando ajuda, mas nada de melhora. Um dia dona Rena retirou seu filho do hospital por estar de alta e enquanto o trazia para casa, no trajeto, chegando no bairro popular seu filho passou mal, ela com seu filho desfalecido nos braços entrou na primeira porta aberta que encontrou e era a casa de dona Rosa, ou seja, Madame Rosa. Conversou com o caboclo dela que falou de seu compromisso, não aceitando ainda, foi embora, seu filho acabou morrendo. Dona Rena teve outro filho, aos 9 meses, internado no Hospital Seara do Bem. Um médico pediu para conversar com ela que atendeu pensando que o médico desenganaria seu filho. O médico lhe falou do compromisso espiritual que ela estava fugindo. E se aceitando contribuiria para amenizar e solucionar a situação do filho. Disse que faria qualquer coisa para salvar o filho. Aceitou e desenvolveu seu dom com a Senhora Teresa que morava e tinha casa de atendimento perto da rodoviária e recebia o caboclo Pena Roxa, permanecendo na casa por 08 anos, salvando seu filho que nos exames não apontava nada, mas que teve sua saúde devolvida inexplicavelmente ou justificada. Depois que fechou a casa de dona Teresa, Dona Rena passou a frequentar a casa de Madame Rosa, durante vários anos, hoje sempre prestava auxilio a comunidade que lhe procura em sua casa no bairro habitação em Lages SC, onde hoje tem o centro seu Umbanda.


Faça seu comentário

Que terreiro é esse?Terceira visita do projeto foi no bairro da penha

379208_119629731546142_990976562_nLuizita Graciano (Zita) tem envolvimento com estas doutrinas espirituais há mais de 30 anos, trabalhando em terreiros de umbanda. Hoje tem 62 anos, com 30 anos começou a passar mal e em São Paulo – no bairro Cambuci passou a frequentar o terreiro Tupinambá (Caboclo), desenvolveu lá frequentando por 5 anos o espaço de devoção. Quase 30 anos foi o tempo em que ela permaneceu filha do Pai Paulo de Xangô (falecido em 2008) em Lages SC e é pronta na nação Oyó, em torno de 13 anos. Dona Zita, ou seja, Mãe Zita, comentou de relação dela com a comunidade local e frequentadores do terreiro “recebo todos aqui, não tenho preconceito, ajudo e faço o que estiver ao meu alcance para contribuir com quem necessita”, relatou. Contou ainda que a população esta precisando de saúde, amor e dinheiro que é uma consequência do trabalho. A Mãe disse ter conhecimento da legislação do segmento religioso a qual pertence. O projeto Que terreiro é esse é um projeto que tem por objetivo mapear as casas de Matriz Africana e Indígenas, para informar e desvendar o mal entendido e o preconceito em nossa sociedade.


Faça seu comentário

%d bloggers like this: