domingo, 19 de maio de 2013

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Reunião do CNPdC

Acontece em Perinópolis/GO de 25 a 28 de novembro a Reunião Ordinária da Comissão Nacional de Pontos de Cultura (CNPdC). Promovido pelo Pontão de Cultura COEPi, responsável pela mobilização do encontro, o evento reúne 52 membros do conselho divididos em 27 representantes estaduais e 25 representantes de Grupos Temáticos (GTs).   

Os Pontos de Cultura de Santa Catarina participam representados por Gilson Maximo do Ponto de Cultura – Cultura Popular no Rumo de João Maria como representante estadual e Eduardo Milioli do Ponto de Cultura Multiplicando Talentos como representante do GT de Cultura Digital.


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ATIVIDADES

Tomamos o marco zero do sítio a data de início das atividades de Núcleo de Releitura do Ponto de Cultura, a partir de quando montamos nossa sala multimídia. Em razão disso, nessa primeira publicação
vamos fazer um apanhado geral das principais ações do péríodo.  

Lembrando que nos arquivos do sítio estão os conteúdos dos blogs Bulha da Ação e Recomendação das Almas.


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Voltamos

Depois de algum tempo distante das publicações, voltamos à ativa e com novidades!
Este blog foi construído como espaço de difusão do espetáculo Recomendação das Almas, no entanto, o processo de desenvolvimento dos trabalhos da Matakiterani tem uma dinâmica mais lenta que esse o próprio veículo de comunicação. 
Diante dessa constatação e da imposição da realidade frente as ações da Matakiterani na sua Rede de Transmissão de Sabedoria Popular, o blog Recomendação das Almas passa a partir de hoje a acompanhar todas as Recomendas de Alma de Santa Catarina, nas quais estamos realizando um projeto de articulação cultural via Prêmio Tuxáua.

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Em 2010 a luta continua

A reunião da Comissão provisória em janeiro nos reservou a grata surpresa de aumentar o quórum de participantes, e por consequência, da representatividade setorial da cultura lageana. A segmentação da atividade cultural da cidade ficou assim: 
  1. Artes Visuais
  2. Teatro e Contação de Histórias
  3. Dança;
  4. Música;
  5. Literatura;
  6. Memória e Patrimônio;
  7. Tradicionalistas, CTGs e Nativistas;
  8. Blocos e Escolas de Samba;
  9. Movimentos Étnicos;
  10. Artesanato;
  11. Artes Visuais.
Inicialmente denominadas “câmaras setoriais”, tiveram eleitos um representante por câmara, votados pelos seus pares, que depois de empossados ficaram no compromisso de massificar o divulgação das ações da Comissão Provisória para o maior número de artistas, produtores e interessados de suas respectivas áreas.
A próxima reunião será em 17 de março, depois da Conferência Nacional de Cultura e terá nos seus encaminhamentos um dos balizadores das ações futuras, além de claro, discutir uma proposta de lei para a formação do conselho municipal de cultura.    

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Desdobramentos da Conferência Munipal de Cultura

Continuando o relato acerca dos caminhos da cultura lageana.
Depois da Conferência Estadual de Cultura fizemos outra reunião da comissão provisória na qual houve um “feedback” sobre as discussões na conferência estadual. Lages cumpriu o compromisso de eleger seu único conselheiro para ser um dos representantes de Santa Catarina na Conferência Nacional de Cultura que ocorre agora em março. O movimento ganhou força, cresceu em número de participantes e representatividade, e em dezembro convocamos para a reunião representantes do poder público: Fundação Cultural, Procuradoria do município e Câmara de Vereadores. Solicitamos um posicionamento sobre o tema e a discussão dos caminhos e desdobramentos jurídicos para constituir o Conselho Municipal de Cultura.
Houve a unânime manifestação de apoio ao movimento e esclarecimentos gerais sobre o trâmite burocrático e suas implicações políticas, facilitadoras ou não do processo. Por fim,  ficou decidido que a comissão provisória iria eleger representantes setoriais para discutir a lei, acompanhado pela câmara de vereadores e pelo executivo. 
Janeiro seria a data da nova reunião da comissão.     

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Conferência Municpal de Cultura

Lages assim como grande parte das cidades do Brasil realizou  em outubro de 2009 a sua 2ª Conferência Municipal de Cultura. A Conferência teve problemas de divulgação que gerou um baixo quorum de participantes.
Ainda assim elegemos um delegado, este escriba, Gilson, e iniciamos um movimento que gerou uma comissão provisória para construir os mecanismos de incentivo a cultura em Lages, é bom lembrar que a cidade ainda não tem um Conselho Municipal de Cultura, um Fundo Municipal de Cultura ou um Plano Municipal de Cultura. 

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Retorno

Depois desse hiato de informação no blog voltamos ativa! E temos muita história pra contar.
Ficamos devendo as informações da Ação Griô e dos Pontinhos de Cultura; do Ponto de Cultura, dos novos projetos, da Comissão provisória para formação de mecanismos de incentivo à cultura na cidade de Lages, da Conferência Municipal de Cultura e por aí vai.
Devagarinho vamos atualizando a Bulha da Ação.
Bom ano a todos,
Com as benção de São João Maria

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De volta

Como diz o serranno: “hómi do céu que loucuragem!”
O mês de outubro foi de muito serviço, razão do atraso nas publicações aqui na Buia da Ação. Bueno, retornamos hoje recuperando um pouco do tempo perdido.
Nossa primeira prosa diz respeito a um edital do Ministério da Cultura: Bolsa Agente Cultura viva 2009. Estamos num processo de seleção para escolher os quatro bolsistas que farão parte do plano pedagógico cunhado pelo Ponto de Cultura, o Cultura Popular no Rumo de João Maria.
Divulgamos o edital nas comunidades em que trabalhamos, na região da Cidade Alta, bairros Caroba e Santa Mônica e agora abrimos a inscrição pelo blog.
Conforme segue acima.

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Realinhamento

A Matakiterani está realizando um processo de realinhamento das ações culturais da entidade a partir da ótica de Ponto de Cultura. É uma necessidade e por bem dizer quase uma obrigação compreender que a convergência das ações se dá a partir do Ponto e não o contrário, ainda mais considerando que o Rumo de João Maria é uma sistematização das atividades que a Matakiterani já fazia.
Em razão dessas questões a Escola de Educação Básica Visconde de Cairu irá participar da rede de socialização de saberes ocupando um papel diferente do que ocupa hoje. Serão reforçados os vínculos de trabalho e afeto com a professora Geovana, grande responsável pelo sucesso das ações da associação na escola, tornando-a o canal direto de comunicação com a comunidade escolar, em especial os alunos.

E segue o baile.

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Matakiterani no Correio Lageano

Estamos aqui em Lages em meio a uma polêmica sobre o cancelamento do FETEL, Festival de de Teatro de Lages, que esse ano iria para sua 33ª edição. Financiado integralmente pelo poder público municipal, o FETEL solidificou-se como referência de evento cultural em Lage e Santa Catarina, independente de seu tamanho ou formato. A Matakiterani como associação que faz parte desse contexto foi procurada por um dos jornais locais o Correio Lageano e deu sua opinião sobre o assunto, reproduzo a matéria na sequência e passo o link dela no sítio do jornal;

12/9/2009
Município não tem lei de incentivo Grupos de teatro criticam a falta de uma lei municipal de incentivo à cultura e o desinteresse das autoridades
Por Fabiana Nonjah
Lages

O cancelamento do Festival de Teatro de Lages (Fetel) é consequência da falta de uma política municipal de incentivo à cultura e de atuação de uma equipe técnica capacitada junto à Fundação Cultural de Lages, para elaborar e encaminhar projetos a fontes de financiamento público ou privado, para captar recursos e promover eventos culturais. Essas são as razões apontadas por Gilson Máximo e Adilson Freitas, da Associação Cultural Matakiterani, para que o Fetel deixe de acontecer mais uma vez.
Para Adilson, a realização do festival servia de justificativa à ausência de ação ou de definição de ações pela Fundação Cultural de Lages. “O que a Fundação Cultural faz de efetivo? Promoção de escolha da rainha da Festa do Pinhão e de casamento coletivo?”, critica Freitas ao completar que “quando não se tem uma política definida qualquer coisa cabe”.
Máximo, seu parceiro de projetos no Matakiterani, lembra que durante a campanha eleitoral à prefeitura de Lages os três candidatos prometeram uma lei municipal de incentivo à cultura, que até agora não foi criada. “Até hoje não se falou mais”, reforça Máximo.
Os dois citam que cidades com arrecadação bem menor que a de Lages, como Xanxerê, já têm a sua lei, mas Lages parou no tempo do paternalismo em que os grupos de teatro não eram profissionais e recebiam “ajuda” em dinheiro para complementar gastos com a execução de seus projetos. “O Fetel acontecendo ou deixando de acontecer, a tendência é de ele ir se acabando por essa ausência de quadros técnicos da Fundação Cultural”, conclui Máximo.

A superintendente da Fundação Cultural de Lages, Sirlei Bordin Pinto, assegura que vários projetos referentes ao Fetel foram encaminhados para serem contemplados por leis de incentivo à cultura, mas não mereceram aprovação. “Quantas vezes mandamos projetos do Fetel para o Estado e para Brasília e que nunca foram aprovados, porque todos os projetos são em cima de captação de recursos e aqui em Lages é difícil atrair interesse de patrocinadores”, explica a superintendente.
Enquanto em meio à polêmica surgem várias justificativas e se buscam outras, companhias teatrais que se exibiram no festival lamentam que o evento não aconteça. “Fiquei chocada ao saber que o Fetel não vai acontecer! A Cia. Cuidado Que Mancha já participou de algumas edições, sendo sempre uma experiência forte que nos faz querer voltar a cada ano. A cidade, a equipe, o público, as escolas que visitamos, tudo fica registrado com muita força em nossa lembrança. Inacreditável que não seja feito, ainda mais por falta de recursos. Há que se ter mais respeito pela cultura, pois de recursos humanos o Festival está muito bem servido! Que sejam dadas as condições para quem respeita a arte de fazê-la acontecer em Lages!”, declarou a representante da companhia de Porto Alegre (RS), Raquel Grabauska.

 
No sítio do Correio Lageano, aqui 

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